Simbolo do Templo de Quimbanda

TEMPLO DE QUIMBANDA EXÚ SETE CATACUMBAS E RAINHA DO CEMITÉRIO

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Todo o passo a passo dos trabalhos e feitiços são filmados e enviados para o solicitante como forma de comprovação que os mesmos foram executados.
Consultas espirituais com horário marcado e total descrição.
Iniciações e consultoria espiritual para neófitos e para iniciados e sacerdotes que precisam estruturar ou reestruturar seus Exús.
Tome as rédeas de sua vida com a ajuda do povo de Exú!

Táta Samael do Sete Catacumbas

 
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Praticante e estudioso das religiões afro-brasileiras a mais de 14 anos.
É sacerdote de Umbanda de Caboclo, iniciado no culto tradicional Yorubá e mestre de Quimbanda Nagô Cruzada com magia.
Estuda magia e feitiçaria com ênfase em feitiçaria tradicional brasileira desde sua adolescência.
Autor e compositor de vários pontos cantados de Exu e Pomba gira, conhecidos em todo o território nacional e em alguns outros países como a Argentina.
Hoje com suas credenciais espirituais, devota sua vida para conduzir o melhor caminho para aqueles que o procuram.

                                                  

Para maiores esclarecimentos entre em contato:
casadalira@gmail.com
whattsapp: 019-996414727

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Como  funciona  a  Magia? 

Magia é a ciência e a arte de Interferir na realidade por meio da vontade!
Utilizando de elementos naturais: Magia natural
Divindades: Teurgia
Espíritos humanos desencarnados (magia com os mortos): Necrurgia
A mente e símbolos: Psicurgia (sigilação, pontos riscados e cantados e mentalizações)
Segundo Eliphas Levy magia divide-se em:
Pragmática: não tradicional e experimental (Toda tradição começou de forma pragmática);
Dogmática: tradicional e rígida(foi testada por vários anos e dificilmente sofrerá modificações)

 

O operador de magia pode ser:


Mago: é um sacerdote, iniciado em uma tradição. Qualquer ser humano iniciado, instruído e treinado pode se tornar um mago.


Bruxo: seu templo é a natureza é iniciado em uma tradição que é sua religião, cultua divindades antigas (paganismo) e sua magia além de natural utiliza elementos culinários (comidas votivas).


Feiticeiro: é um paranormal; um médium poderoso e utiliza a intuição como principal ferramenta. exemplo: Pajé, Xamã.


A Quimbanda brasileira em suas múltiplas manifestações seja dependente ou independente, permeia as três formas de magia, pois é sacerdotal e iniciática tem templo estabelecido que é o domínio de Quimbanda ou tronqueira de Exu, lida com bruxaria pois, arreia feitiços na natureza em pontos de poder, no cemitério, encruzilhada, mata, estrada, praias e campos feitiços esses que levam comidas votivas chamadas de frentes é também feitiçaria pois existem representações físicas das entidades que são as firmações ou assentamentos tem oráculo e o adepto em várias ocasiões é possuído mediúnicamente pelas entidades que o tutelam
Quimbanda portanto é comunhão com os ancestrais por meio da magia e utiliza feitiçaria em campos naturais de poder para alcançar seus objetivos seja eles quais forem.

Quimbanda
A arte da feitiçaria brasileira

Consulta e Feitiços na Quimbanda

É com muita satisfação que através desse pequeno texto, venho a trazer uma pequena contribuição a esse tema que infelizmente é tão mal compreendido pela grande massa. A Quimbanda brasileira tem sido interpretada erroneamente devido à falta de esclarecimento e até mesmo preconceituada por sacerdotes de outros cultos principalmente os de cultos da mão direita como a Umbanda.
Preconceito esse devido justamente a referida ignorância sobre suas práticas e também ao comportamento de alguns incautos que se dizem “quimbandeiros”.
Quimbanda para o leigo é sinônimo de “pessoas fora da lei”, pessoas mal caráter, feiticeiros pactuados com o demônio cristão etc.


Proponho ao caro leitor que esvazie a bagagem de conceitos já enraizados em sua mente, para deixar o próprio texto quebrar alguns paradigmas e mostrar como é a real prática e importância desse culto para a história das religiões de matriz africana, já que quando falamos de Quimbanda estamos falando de culto a Exu e Pomba gira.


Para os adeptos de suas várias vertentes não tenho a pretensão de falar de seus por menores, e sim, abordar o tema de maneira genérica, entretanto com profundidade, para poder contribuir para o conhecimento geral de qualquer adepto, praticante de qualquer vertente. No entanto sem a pretensão de sanar o assunto ou afirmar verdades absolutas.


A Quimbanda é um culto brasileiro aos espíritos denominados Exu e Pomba gira, que se formou, como todas as religiões de matriz africana do brasil. Com a união de várias práticas religiosas e mágicas distintas.


A Quimbanda não é uma seita, pois sua origem precede as religiões como o Candomblé e a Umbanda sendo assim ela não é combate às mesmas.
Ela pode ser encarada como Religião se a vertente em questão tem uma “teogonia” ou seja, está relacionada com um panteão de deuses ou tem um Deus supremo ou maioral; ou como um sistema de magia se seu adepto utilizar dos espíritos que trabalham na Quimbanda como “ferramentas”.


Em minha particular visão, respeito o povo de Exu como os ancestrais dessa terra (Irummalé) e tenho devoção neles. Portanto vejo a Quimbanda como uma crença religiosa que tem como ferramenta a feitiçaria herdada desses grandes espíritos.
O termo Quimbanda tem origem Bantu vem da palavra Kimbanda que é o sacerdote ou o curandeiro de um povo, é uma espécie de “pajé” africano. Porém, no Brasil, designa-se o culto a ancestralidade coletiva que tem como entidades principais o Exu e Pomba gira.


A relação com uma divindade criadora inexiste e isso passa a ser uma particularidade de cada vertente de Quimbanda.
A Quimbanda como a Umbanda tem várias vertentes que podem mudar a forma litúrgica e filosófica. Isso se da pelo simples motivo que suas raízes e interpretações serem múltiplas como o próprio povo brasileiro que sofre influências culturais também múltiplas.


Cada mestre de Quimbanda tem uma tradição e também cada espirito ancestral chefe teve suas experiências enquanto encarnado.
Oque podemos afirmar é que trata-se de um culto ancestral que manifesta-se em várias religiões brasileiras como a Umbanda e o Candomblé.
Existem duas formas de cultuar o povo de Exu de maneira independente e dependente.


Independente: onde os Exus são as entidades principais do culto e não tem ligação hierárquica com nenhuma outra entidade.
E dependente: onde essas entidades estão ligadas e respondem ou trabalham juntas com outras entidades como os Orixás e os guias de Umbanda.

Os Tambores Sagrados e a magia dos pontos cantados na Quimbanda

Por Mestre Samael do Exu 7 Catacumbas

www.setecatacumbas.com.br

e-mail: casadalira@gmail.com

Em todas as religiões ao redor do planeta, podemos verificar a música como um fenômeno universal de adoração e louvação a Divindade, deuses e espíritos ancestrais. Esse fenômeno artístico-religioso é parte indispensável para qualquer tipo de ato litúrgico, seja através de cânticos orquestrados ou a capela, através de vocalizações de mantras com notas musicais específicas, a finalidade é uma só; o intercambio entre almas e a expansão de consciência de maneira linear e exponencial para acessar as dimensões do sagrado.

Como exemplo temos os Salmos de Salomão, as cantigas milenares dos deuses africanos de todas as etnias, as cantigas dos nativos brasileiros, temos passagens no velho testamento bíblico (pentateuco) que fazem menção a musicalidade “Logo após a travessia do Mar Vermelho, Miriã e as mulheres de Israel adoraram a Deus com cânticos acompanhados de danças e tamborins”. (Livro do Êxodo, 15:20-21). Temos também os mantras dos Yogi e Budistas. Em fim, uma miríade de Exemplos que podemos dar. A história da expressão musical esta intimamente relacionada com a própria origem do homem.

 

Baseado nisso. Nossos templos de cultos Afro-brasileiros, herdaram e manifestam também; e de maneira muito importante, a sua musicalidade, que é de certa forma um fundamento importantíssimo dentro de suas liturgias.

Mais pra frente neste texto iremos falar sobre isso! Primeiramente vamos entender um pouco fisicamente e magicamente como se manifesta a música.

Música é comunicação. É uma expressão emocional e intelectual, uma mensagem artística que carrega em si um significado.

Música se propaga através de sons ordenados, esses sons são um conjunto de notas musicais harmônicas, que constroem uma melodia.

A música como qualquer som, logicamente se propaga pelo ar! Portanto é uma ideia sistematizada e simbólica que é transmitida através de sons harmônicos e melódicos que se deslocam no ar através de vibrações (com certa frequência)  e é absorvida e entendida entre duas partes o transmissor e o receptor. Transmissor quem executa a música e receptor quem ouve e interpreta mentalmente esses sons simbólicos carregados de informações.

 

Se música começa no campo das ideias e na alma, especificamente no campo das emoções e manifestasse nesse plano através de sons que são vibrações podemos dizer que é magia! Pois magia é a manifestação da vontade (ideias e sentimentos) no plano físico para alterar a realidade.

Musica é frequência! Frequência é vibração. Como está elucidado nas leis herméticas o todo vibra!

Se tudo tem uma frequência definida na natureza a frequência mental do musico e da sua musica é ferramenta de acesso a vários níveis de consciência do cosmos e da espiritualidade, seja esta essência sinistra(obscura) ou luminosa. A intenção será o alicerce.

Tambores (atabaques) nos cultos afro-brasileiros e na Quimbanda

Nos terreiros, tendas, templos afro-brasileiros a primazia musical é de influencia Africana. Utiliza-se os Atabaques. “Constitui-se de um tambor cilíndrico, ligeiramente cônico e comprido, onde apenas a abertura maior é coberta por couro animal (de bode, carneiro ou boi) (...). Seu nome tem origem árabe, at-tabaq, que significa “prato”.” (Mattos 2005 p.27). São instrumentos musicais brasileiros (membrafones). “De Forma genérica, podemos afirmar que tambores são instrumentos musicais de percussão, formados por armação oca, tendo, sobre essa, uma pele esticada, produzindo som quando percutido, sendo originado pela vibração da membrana, ou seja , da pele”. (Mattos 2005 p.17). Também é comum a utilização de instrumentos de acompanhamento como o Aguê, Xequerê, agogô, ganzá entre muitos outros instrumentos de friquição e metais sonoros idiofones, para marcar o tempo e o ritmo. Os tambores são encontrados em todos os cultos ancestrais e tribais trazendo com sigo a sensação do poder ancestral ligado a terra.

Os toques que são executados nos atabaques na Quimbanda em especifico são Heranças de cultos como o candomblé a macumba carioca a Cabula etc.

São toques facilmente intercambiáveis entre os cultos, Umbanda e Candomblé.

Seus nomes fazem menção a suposta etnia de origem ou até mesmo do culto que eram executados.

Esses são os mais utilizados:

Congo de Ouro, Cabúla, Samba Angola ou Samba de Caboclo, Ketu, Ijexá, Nagô ou Alujá e Barra vento.

Na Quimbanda quem toca o atabaque pode ser chamado Ogã (nome herdado do Candomblé e da Umbanda).

Os tambores são considerados assentamentos, o trato com eles é sagrado, deve-se consagra-los ritualisticamente com mieró e menga (banho de ervas sagradas e sangue de animais sacrificados) para que eles, tenham o moio ou axé (força magica de realização) para serem utilizados magicamente. É comum dentro de várias vertentes de Quimbanda os tambores terem um “padrinho” espiritual; trata-se de uma entidade que será responsável em zelar e proteger a “curimba” (nome do grupo de ogãs).

Os Pontos Cantados na Quimbanda

Pontos cantados são as cantigas sagradas de louvação as Linhas, reinos povos e falanges das entidades. Os Pontos cantados também são encontrados no culto de Umbanda, mas neste texto irei me ater aos pontos cantados de Quimbanda!

Pontos cantados, além de uma ferramenta de conexão com os Exus e Pombas giras, Tem várias funções litúrgicas e de direcionamento dentro da feitiçaria de Quimbanda.

Para conhecer mais, vamos classificar e separar por objetivo mágico cada tipo de ponto e suas funções:

 

Pontos de chamada e abertura:

O próprio nome diz; trata-se de pontos que vão chamar as entidades para vir participar do ritual de feitiçaria e abrir os trabalhos.

Ponto de Defesa:

Ativa as forças dos exus e assentamentos para defender o feiticeiro ou o templo.

Ponto de ataque:

Ponto de guerra para movimentar forças contra os inimigos.

Ponto de defumação:

Ativa magicamente as virtudes das folhas que serão queimadas no ritual de defumação para purificar o ambiente e as pessoas.

 

 

Ponto de firmação de ponto riscado:

Ponto cantado para as entidades riscarem os pontos (desenho, mágico simbólico utilizado pelas entidades e adeptos nas suas feitiçarias). no chão com a pemba (instrumento magico uma espécie de giz consagrado) ou ponteira de aço. (punhal, faca etc. No caso de chão de terra).

Ponto para ativar mieró:

Ponto cantado para confecção de banhos sagrados.

Ponto de queima de Tuia ou Fundanga:

Ponto cantado para se queimar pólvora para descarrego

Ponto de coroa:

Para Louvar uma entidade

Ponto de sustentação ou firmeza:

Para fortalecer a gira (trabalho com entidades arriadas incorporadas, ou seja, com os médiuns em transe ou possessão).

Ponto de axoxô:

Para realizar os sacrifícios de animais

Ponto cruzado:

Quando o ponto faz menção a mais de um reino ou entidade juntas no mesmo ponto, ou seja, esta cruzando forças!

Ponto de Subida:

Para as entidades “afundar” desincorporarem dos médiuns

Ponto de encerramento:

Para fechar a gira (encerrar os trabalhos).

Existe uma infinidade de tipos de pontos específicos, que o Ogã Quimbandeiro e o Mestre de Quimbanda, precisa conhecer e dominar para poder potencializar sua feitiçaria, não serão inumerados todos aqui, pois prolongaria muito nosso texto. Mas fica a reflexão de quanto material é necessário levantar em pesquisa intensa para conhecer todo assunto que com certeza jamais se encerrará! Haja vista, que existe uma infinidade de falanges (nome de entidade exemplo: Tranca rua) que hoje em dia, não se conhece mais seus pontos cantados, e precisamos buscar sempre o resgate pois a Quimbanda é um culto ancestral e ancestralidade só existe quando há a lembrança do passado.

 

Os pontos cantados ainda são divididos em dois tipos:

Pontos terrenos; pontos escritos pelos adeptos sem intervenção mediúnica, apenas por inspiração do mesmo.

Pontos de Raiz; é quando a entidade está em terra (incorporada no médium) e canta um ponto inédito, nunca antes ouvido. Esse ponto tem um fundamento profundo e sagrado que permeia o objetivo específico do trabalho daquela entidade.

Existem pessoas que tem o dom especial de composição de pontos cantados por inspiração direta do espirito sem a necessidade de incorporarem o mesmo.

Esses pontos também são considerados pontos de Raiz!

Composição e interpretação dos pontos cantados de Quimbanda

 

É importante entender, como já foi elucidado, que os pontos cantados têm a função especifica de atuar magicamente, dentro do ritual e feitiçaria de Quimbanda, por tanto, sua letra deve conter elementos que façam referências coerentes da atuação de cada falange, que tragam um significado de sabedoria profunda e que tenham fundamento. Atualmente nós vemos na internet pontos “sem pé nem cabeça” que não trazem nenhum fundamento, que não tem uma coerência simbólica nem magia. Precisamos estudar mais, vivenciar mais, aprender mais com nosso mais velhos! Ouvir as entidades de médiuns firmes, iniciados e verdadeiros, para que possamos de fato, buscar a verdadeira essência da Quimbanda. O texto que você leu não pretende sanar todas as duvidas nem tem a pretensão, de ser a verdade absoluta sobre o tema. Mas sim fomentar a vontade de aprender mais e se desenvolver contribuindo com a Quimbanda como um todo independente da vertente de cada adepto.

 

Bibliografia:

MATTOS, Sandro da costa. O livro básico dos Ogãs. Ícone editora, São Paulo, 2005.

Material apostilado do Curso de Curimba do Mestre Sam

ael do Exu 7 Catacumbas.

 
 

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